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Esquina Famosa

Esquina Famosa
Em Ipanema - RJ

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A EVOLUÇÃO

                 O LED chip continua a evoluir, as lâmpadas fluorescentes por exemplo, estão com os dias contados faltando apenas baratear um pouco as luminárias substitutas, luminárias sim pois o conjunto de LED´s empregado, a fim de substituir as fluorescentes equivale, na verdade a um conjunto de Chips devidamente interligados, a fim de promover a luminosidade superior na produção de luz, porém muito mais econômicas. Com um conjunto de 20W pode-se substituir uma lâmpada equivalente de cerca de 60-80Watts! Imagine se sua conta fosse por exemplo representada somente por 10 lampadas fluorescentes de 60 Watts cada, substituindo-se todas por Tuboleds, teríamos um consumo equivalente de:

10 x 60 = 600 Watts
10 x 20 = 200 Watts
Economia: 400 Watts

                Vamos transformar estes números em alguns que você conhece melhor: o KW está sendo comercializado a R$0,42, (há regiões brasileiras que podem chegar a R$0,61, se comercial a R$0,13), então vamos transformar tudo isto em Reais: Consideramos 10 horas de consumo, diário, por 30 dias uma luminaria:

LAMPADA FLUORESCENTE ANTIGA: 60 W
FOTOEMISSOR DE LED ATUAL: 20 W

DIFERENÇA: 40 WATTS (o dobro do consumo atual!)

FUNCIONAMENTO EM 30 DIAS, DURANTE 10 HORAS AO DIA,
CONSIDERANDO O CUSTO DO KW/h A R$ 0,42,
Como o custo é por Kw, transformaremos W em Kw

0,04 kW x 30 d x 10 h x R$ 0,42 = R$ 5,30 / lampada por mês

GARAGENS USAM CERCA DE 50 LAMPADAS POR 20 ATÉ HORAS,
portanto multiplique-se este valor pelo numero de lâmpadas.

             Espero que todos ao ler este possam ter entendido que o consumo de suas lâmpadas fluorescentes são hoje ainda ELEVADÍSSIMOS! Representam uma boa parcela de valor em sua conta de energia. Sua conta cai de cerca de 75 Reais para 22 Reais a cada 30 dias. Como nada é de graça, a luminária de LED ainda custa cerca de R$100,00. Com esta economia entretanto pode ser paga em 2 anos de “pay-back”, se usada em uma cozinha, escritório, garagem, corredor ou jardim. Troque as suas, assim que queimarem. Se precisar de ajuda, conte comigo, faça uma consulta, terei prazer em atender.

            Cuidado ao comprar, pois existem muitos fabricantes com pouco escrúpulo mesmo em todo o mundo, assim nem todas as luminárias adquiridas no mercado internacional deverão durar muito. Use o mesmo principio da compra para um bom vinho: nem sempre o melhor é o mais barato! Certifique-se com seu técnico de confiança de que o material tem boa procedência. As LED "chuveirinho", antigas por exemplo, são apenas um arranjo com LED´s de sinalização, não são eficazes.

 
OTACILIO MAGALHAES - otaciliobr@gmail.com

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Orçamento LED

LÂMPADAS DESDE 1879 - 2011

               As lâmpadas sofreram desde sua invenção algumas poucas modificações, mas nunca tão grandes como as atuais, nunca antes haviam deixado de ter filamento, ainda que para partida na ionização do gas. O LED revolucionou esta parte.
              
INCANDESCENTES:
           Normalmente este tipo de lâmpada requer um curto circuito para funcionar, de consumo bastante elevado, ela emite luz a partir do super-aquecimento do filamento, sendo muito similar à primeira lâmpada inventada por Thomas Edison e Swam, há mais de 130 anos, (1879), com a intenção de substituir a lamparina. Inicialmente o filamento era de fio de carvão, depois substituído por fio de tungstênio, mais resistente e finalmente injetando gás de argônio em seu interior, a fim de aumentar a vida útil da lâmpada. Ainda assim seu custo benefício é muito baixo. O pior que se conhece. Se você ainda usa esta lâmpada troque-a por outro tipo mais econômica. Consumo: elevado, rendimento: 15 - 20 lux/Watt, custo baixo, durabilidade: 3 anos.


FLUORESCENTES:
                Estas foram um avanço tanto na quantidade de energia emitida por watt, para a época, (1901), Cooper Hewith, e também Nicola Tesla, quanto pela quantidade de luz emitida. Esta lâmpada possui dois filamentos, um em cada ponta, a fim de aquecer inicialmente o gás em seu interior, que ao ser ionizado emite luz, este tipo de lâmpada é a mais econômica que existiu deste a sua invenção até a invenção do LED como fonte de luz. O maior gasto de energia desta lâmpada é para ionizar o gás, contido em seu interior, que ao ter seus átomos excitados emite fótons. Consumo: elevado, para os dias atuais, rendimento: 40 lux/Watt, custo baixo, durabilidade: 5 anos.


LED CHIP:
                Desde a invenção do LED, (1950, J.W. Allen e B.E. Gibbone), houveram muitas modificações em seu uso e estrutura.
                Este é nos dias atuais o modo mais econômico de se iluminar um ambiente. Consegue-se muito mais luz (fótons emitidos) por watt gasto do que em qualquer outro meio conhecido e publicado até 2011. Devemos porém ter em mente que algumas modificações devem ser esperadas no emprego dos LED´s como meio de iluminação. Consumo: muito baixo, rendimento: >100 lux/Watt, custo elevado, durabilidade: 30 anos,(estimada), o que torna a manutenção muito convidativa.
                Sabemos que a luz na verdade é o resultado da emissão de fótons, proveniente de uma reação química, de onde um átomo quando excitado emite este elemento. Seu uso no momento ainda está sendo estudado e a expectativa de vida útil anunciada foi projetada em estufas envelhecedoras, pois o invento ainda não tem a idade anunciada como vida útil. Existem fabricantes como a Osram, que anuncia a seus distribuidores que a garantia da luminária é igual a vida útil esperada pelo equipamento.
                As afirmativas a partir de agora são de minha autoria, baseado nos estudos realizados e na experiência anterior de instalações com LED. Cheguei a me atrever a fabricar algumas luminárias a partir de Chips adquiridos no mercado internacional.
                Como vemos a luminária foi construída a partir de modelo em madeira, protegida contra corrosão, a fim de ser empregada em embarcações, usando como fonte de energia uma lâmpada MR-16, dicróica, fabricada com LED´s e capaz de produzir cerca de 100 lux a 1 metro de distância, com um consumo de 4,8 Watts. (12 VDC x 0,40 Amp.), tal energia luminosa somente seria possível com cerca de 100 Watts há menos de cinco anos.  
                Esta economia possibilitou o uso da geração de energia solar e eólica, para uso domiciliar e industrial. Hoje é possível iluminar uma casa no meio do deserto, usando um sistema que custa cerca de R$20.000,00.


                     Deixamos de abordar as lampadas de descarga de vapor de gas, para facilitar o entendimento por parte de todos até mesmo por que ainda não temos substitutos imediatos tão eficazes para estas lâmpadas.


BIBLIOGRAFIA:







quinta-feira, 4 de agosto de 2011

AQUECIMENTO SOLAR

            Aquecimento de água sempre foi feito, para a cozinha, banhos, lavagem de roupas, uso industrial.
            Existem vários métodos conhecidos para aquecer a água: Elétrico, a gás, solar.
      No caso que vou tratar: AQUECIMENTO SOLAR, existem ainda dois métodos: o antigo de PASSAGEM e o de ARMAZENAMENTO.
         Atualmente os aquecedores de passagem, são considerados obsoletos uma vez que com o advento do “heat pipe”, elemento aquecedor fundamental do aquecedor solar atual, que construído em cobre, durável, não tem água passando dentro dele. Simplesmente uma mistura de Acetona, Etileno Glicol e água serve para ser o transmissor do calor do tubo para a ponta deste, onde todo o fluido gasoso sob baixa pressão, (efeito físico inverso da panela de pressão), condensa, concentrando assim naquele ponto todo o calor coletado ao longo do tubo, (efeito similar ao da geladeira), o calor é concentrado e transferido para a ponta do tubo que fica dentro de um trocador de calor, por onde passa a água, a ser aquecida. Em alguns casos existem válvulas e controladores eletrônicos capazes de aproveitar melhor todo este fenômeno físico.
                   Assim consegue-se fazer a água quase ferver dentro do boiler, (garrafa térmica onde a água aquecida é guardada para uso posterior). Com este aproveitamento torna-se desnecessário o uso de boilers de grande capacidade, bastando um de 120 litros para uma família de 4 pessoas, pois a água quente é complementada com a água fria,  se temos água muito quente precisaremos de pouca quantidade desta.
                   Os aquecedores solares de qualidade possuem, via de regra seus “heat pipes” protegidos dentro de tubos a vácuo, que são idênticos a garrafas térmicas grandes, 1800 mm de comprimento, em geral, a fim de proteger o tubo aquecedor de ventos e interferências que possam trocar calor com este diminuindo sua eficiência. Não havendo troca de calor obtém-se maior eficácia do sistema.
                   Quando for escolher um aquecedor solar lembre-se de que as contas de economia devem ser feitas em longo prazo. Costuma-se pagar na hora da compra o valor de dois anos de economia a ser obtida na conta de energia elétrica. Nada é grátis.
                   O sistema de aquecimento solar de qualidade atual, a vácuo, é capaz de aquecer a água até mesmo em dias frios com 8 graus ambiente o sol consegue aquecer a água a uns 20°C acima da temperatura ambiente.

domingo, 24 de julho de 2011

ECONOMIA DE ENERGIA



Existem 3 trabalhos a considerar:

1- Economia de energia
2- Iluminação de Emergencia
3- Geração de Energia Solar

1- Economia
Neste caso usamos LED lamps, a fim de obter mais luz com menor consumo. Gasta-se, geralmente 2 anos da economia a ser gerada pelo sistema no momento da instalação, sendo que o sistema dura mais de 10 anos, sem substituição sequer de luminarias.

2- Emergência
Aqui se espera que mesmo na falta de energia, convencional, as luminarias permaneçam acesas, neste caso usam-se baterias, (estas duram cerca de cinco anos), para o armazenamento de energia pelo periodo esperado de falta de energia, considerando-se o consumo máximo do sistema. (O recarregamento das baterias pode ser feito por qualquer meio, inclusive pela própria rede).

3- Geração de Energia
Podemos unir ao segundo sistema acima a geração de energia solar ou eólica, caso a geração seja muito grande, da ordem de muitos Kw, estes podem ser injetados diretamente na rede, dispensando o uso de baterias, sendo repartida com seus vizinhos, este sistema é recomendado quando se gasta muita energia durante o dia. Quando entretanto o maior consumo é a noite ou destina-se a iluminação de emergencia devemos armazenar a energia gerada em baterias. A durabilidade das celulas solares é, geralmente de 30 anos e sua garantia de 20 anos.

                    Asim sendo é preciso determinar em que caso seu problema se encaixa, a fim de determinar equipamentos e custos.

CUSTOS:
Cada painel solar - R$1.000,00
Cada Lampada LED, depende da potencia, entre 15 - R$300,00
Baterias depende da capacidade, entre 80 - R$ 1.500,00

Otacilio G. Magalhaes

(91) 8141-7012
(81) 8501-9680




English:


ENERGY SAVING

There are three jobs to consider:

1 - Energy savings
2 - Emergency Lighting
3 - Solar Power Generation

1 - Economy
In this case we use LED lamps in order to get more light with less consumption. It takes usually two years of savings to be generatedby the system at installation time, while the system lasts longer than10 years, even without replacement of light fixtures.

2 - Emergency
Here it is expected that even without the energy to keep luminaries on, in this case we use batteries (they last about five years) for the energy storage period determined by the expected lack of energy, considering the maximal system. (Recharging the batteries can be done by any means, including by the network).

3 - Power Generation
We can join the system above the second generation of solar or wind power, where the generation is very large, the order of many kilowatts, these can be injected directly into the network, eliminating the use of batteries, being shared with its neighbors, this system isrecommended when you spend a lot of energy during the day.When however the consumption is higher at night or is intended foremergency lighting must store the energy generated in batteries.The durability of solar cells is usually 30 years and his 20-year warranty.

                    So first of all you need to determine if your problem fits in order to determine equipment and costs.

domingo, 1 de maio de 2011

LAMPADA LED – O QUE É ISSO



                               As lâmpadas LED estão chegando cada vez mais perto de você não é mesmo? Na padaria, no posto de gasolina, nos jardins de condomínio. A cada esquina pode-se ver e sentir a intensidade de sua luz, mas o que é mesmo esta tal de lâmpada LED? O que tem ela de especial, e por que razão este “modismo” vem alçando vôo tão rápido?
                               Acontece que o modismo neste caso é apenas aparente ela veio para ficar! E pode ir aderindo, pois o motivo de estarem infestando os condomínios, jardins e praças é um só: ECONOMIA! Pode testar, se você tiver tempo, experimente colocar somente uma destas lâmpadas em sua cozinha, por exemplo, que deve ser o cômodo da casa que fica mais tempo com a luz acesa e ver que mesmo nesta condição esta lâmpada deixa de ser substituída com a freqüência de antes. Além disso tem a economia imediata: a sua conta de luz cai, um pouco se as lâmpadas substituídas forem sempre as mais usadas da casa.
                               Vamos fazer um cálculo rápido: Uma lâmpada fluorescente comum, de cerca de 60 Watts, (esta é a medida de consumo que a concessionária usa para cobrar a energia gasta pelo consumidor), será facilmente substituída por uma outra “tuboled” de 20 Watts! Percebeu diferença? Bom as duas vão concorrer tete a tete, em quantidade de lux no chão, (esta é uma outra unidade de medida, a que informa a quantidade de radiação luminosa emitida). Resultado? Sua conta diminui na proporção de 60 para 20. Porém não vamos causar ilusões, sua conta é expressa em KW, 1 kW=1000W, pois se a lâmpada representa 60 W cada como então chegamos a este número? É que é necessário levar em conta que o consumo de uma casa pode ser devido a geladeira, se modernas 45 W, se antigas 120W, mais a TV, que pode alcançar a marca dos 150W facilmente, o computador, Desktop, (de mesa), 200 W, se notebook 50W, chuveiro elétrico, (chi!...), de 1,5kW a 4.000W, ar condicionado, (outro vilão!...), de 2kW a 5000W.
                               Como então como promover a economia da conta de energia? Primeiro identifique onde está o seu maior consumo, se freezers, geladeiras, lâmpadas acesas a noite toda por exemplo, neste caso a integral do tempo participa de forma muito importante, imagine a lâmpada de 60 W ligada durante 10 horas 60Wx10h=600W consumidos. Agora vamos ver se ela fosse de 20 W: 20Wx10h=200W. Sua conta agora baixou de 600-200=400W /dia, a cada 30 dias teremos 30x400=12000, (12kW), a R$0,50 o kW, teremos uma economia de cerca de 12x0,5=R$6,00/mês ou (R$72,00/ano/lâmpada! E agora pode comprar a LED? Verifique o preço, pois novidades são sempre caras), Estes números variam em todo o Brasil, verifique o preço de seu kW e faça suas contas.
                               Ainda existe algo mais a fazer? SIM, gerar sua própria energia, por exemplo. Mas falaremos sobre isto mais adiante. Para aquecer água de banho use energia solar, energia elétrica só se estiver nevando. Fogões elétricos também gastam muito! Se for para aquecer ou resfriar, vamos gastar muito se usarmos energia elétrica. 

sexta-feira, 29 de abril de 2011

MAU CONTATO



Parece mais um fantasma! a lâmpada de determinado comodo acende e apaga quando quer, parece ter "vontade própria"! Quando isto acontecer verifique alguns detalhes:
- Este comodo está próximo a atmosfera salina(o mar).
- Queimam-se mais lâmpadas ali do que nos outros comodos da casa e com frequencia maior do que a cada 2 anos.
- Algumas vezes acendemos a lâmpada e ela so vai acender quando quiser, mais tarde.

Se este for o seu caso não se desespere, antes de chamar o sacerdote ou pai de santo pode procurar um "ponto quente", um mau contato, na sua fiação, pois deve ser ÊLE o responsável por tudo isso. Mau contato produz centelhas ou não, mas pode provocar estes sintomas descritos por muitos usuários e a solução é:

- PRIMEIRO DETERMINAR A CAUSA VERDADEIRA DO PROBLEMA
- SEGUNDO REPARÁ-LO.

Não é tão simples para quem não conhece não é mesmo? Bom vamos começar determinando onde pode estar o problema, vamos saber se existe mau contato em algum ponto:

- Liga-se o interruptor e a lampada acende ou não. Se não acender pode estar queimada, troque-a antes de tudo, se for possivel use um lubrificante intimo ou vaselina esteril, ao redor dos contatos, depois de conectados, (lubrificantes intimos devem ter pH = 7, por isso são péssimos condutores de energia, mas isolam as conexões do oxigênio, contido no meio ambiente, sem oxigênio não pode oxidar!). Lembremo-nos de que cada contato elétrico tem uma fina camada de ouro ou prata, cerca de 1 nm (nanômetro) ou 1 Angstron, (a milionésima parte de um milimetro), a fim de não oxidar com facilidade, se não fosse isso nenhum deles durava mais do que dois dias, por isso escolha para uso a beira mar componentes de boa qualidade e da mesma forma que um bom vinho: Nem sempre o barato é o melhor!...

- depois de conectar tudo e com energia circulando, lampada acesa ou geladeira ligada, ligue em paralelo com o componente do circuito uma lâmpada de baixo consumo, tipo 5 W, de filamento, da mesma tensão da rede a ser analisada, (lâmpada serie). Se ela acender, ainda que de forma debil, fraquinha. EXISTE MAU CONTATO ALI! Se um interruptor estiver ligado deve conduzir, se estiver desligado deve imterromper a corrente elétrica, não existe meio termo, a não ser no caso do Dimmer, que serve para diminuir a luz emitida pela fonte, no caso da lâmpada antiga de filamento, somente.

- Em caso de nova conexão, substituição de lâmpadas, etc. Use a vaselina neutra, a fim de isolar todas as conexões do meio ambiente, no caso de atmosferas agressivas, como é o caso de industrias quimicas e beira mar. Com este procedimento vamos conseguir usar conectores, tomadas, interruptores, etc, de menor custo em ambientes hostis.

Espero ter ajudado aqueles que se deparam com "fantasmas", especialmente na cozinha de casa... Lembre-se sempre que mesmo ligado um interruptor NÃO DEVE AQUECER, jamais se tal ocorrer, é por causa de um mau contato, mesmo que ainda esteja funcionando bem.

otaciliobr@gmail.com 

domingo, 24 de abril de 2011

CUIDADOS ESPECIAIS

                 É necessário tomar certos cuidados ao adquirir um sistema de alimentação para sua residência ou escritório, a fim de montar um sistema correto, especialmente no que tange aos No-breaks.

                 No-breaks, são na verdade geradores, capazes de substituir a alimentação da rede de energia, no caso desta alcançar um desvio comprometedor de tensão, tomemos por exemplo o caso da rede de 110 Volts por exemplo: um desvio considerável seria estar abaixo de 90 Volts, acima dos 130 ou receber um pico de energia acima dos 130, (ocasionado por descargas atmosféricas). Nestes casos, espera-se que o No-break, atue fornecendo, sem interrupção, energia, em lugar da rede comprometida, a fim de manter os equipamentos funcionando e protegidos, muito mais do que se tivessem apenas um estabilizador, neste caso desnecessário, pois o No-break executa este papel, com muita vantagem. 

                    Acontece porém que como nada é perfeito, os No-breaks, de baixo custo,  largamente usados para manter computadores ligados em todos os lares e escritórios, (analogamente ao vinho, nem sempre os baratos são aceitáveis), não são de qualidade suficiente para alimentar motores elétricos, (geladeiras, liquidificadores, bombas de água, e outros), ao alimentar um ventilador de 90 W por exemplo com um No-break de 600 W, pode-se ouvir um zumbido, no motor, indicando que este está sendo alimentado com corrente alternada de "onda senoidal imperfeita", isto porque a corrente alternada fornecida em nossas residências e escritórios, tem os picos perfeitamente arredondados, o que pode não acontecer com o no-break, a fim de torná-lo mais barato, os fabricantes usam partir de uma onda quadrada, (de mesma amplitude e freqüência), para alimentar os aparelhos, muito parecida com a senóide, para transformadores e retificadores, mas não para motores elétricos, que poderão sofrer super aquecimento, em virtude desta falha. Quando entretanto se adquire um No-break de maior potência, portanto mais caro, supõe seu fabricante que este deve alimentar motores, sendo então necessário o uso de uma onda senoidal perfeita para tal finalidade. Consulte sempre um especialista de sua confiança antes de montar o sistema, pois a queima freqüente de motores pode ser causada por esta razão. 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

RECOMENDAÇÕES USO DE ENERGIA


CONSUMOS APROXIMADOS: WATTS

GELADEIRA                         42 A 150
TV 22"                        150
LUMINARIA COMUM 60
LUMINARIA LED         15
RADIO                          30
COMPUTADOR DESKTOP 400
COMPUTADOR NOTEBOOK 100
ASPIRADOR DE PO          200
TORRADEIRA                 400
CHUVEIRO ELETRICO 1500 A 5000
CAFETEIRA ELETRICA 100 A 400
AR CONDICIONADO 5 A 10 Kw
FOGÃO ELETRICO 400 A 2.000
FORNO MICROONDAS 200 A 800

COMO PODEMOS OBSERVAR OS MAIORES CONSUMOS SÃO PARA AQUECER OU ESFRIAR ALGUMA COISA. POR ESTA RAZÃO RECOMENDO: 
- ENERGIA SOLAR PARA AQUECER AGUA DO BANHO.

- CAFETEIRA E FOGÃO, SEMPRE QUE POSSIVEL A GAS, em se tratando de uma ilha ou embarcação, entretanto deve ser dificil obter o gas, neste caso pode-se usar garrafas industriais maiores, a fim de diminuir a reposição e instalar alarmes que avisem quando um cilindro deverá ser substituído e se houver vazamento.

- AR CONDICIONADO - NA-TU-RAL. tenho uma receita que vão adorar! serão menos 5.000 W pelo menos... para cada aposento de 20 m².

- ILUMINAÇÃO: Sempre que houver possibilidade usam-se as luminarias a LED, não são baratas, mas são a solução ideal em casos como uma ilha ou barco, onde a economia impera na energia, para podermos calcular uma descarga econômica das baterias durante o periodo noturno. Aumenta-se a quantidade de luminarias gradativamente, ate a substituição total das fontes luminosas. (em uma casa por exemplo começo pelo banheiro e cozinha, não iluminar mais o teto e todo o ambiente, mas focos dirigidos aos pontos interessantes, quadros, aquarios, plantas, as garotas adoram isso, qualquer uma arquiteta diria: DI-VI-NO), desde que não ofenda a vista, com ofuscações.

- Nunca usar torradeira, cafeteira, fogão elétrico, bem no projeto do barco eu uso, mas neste momento usa-se o gerador diesel, para alimentar estes acessórios pesados e aproveita-se para recarregar as baterias, assim otimiza-se o combustível gasto.

- BALIZAMENTO NÁUTICO - se houver, assim como balizamento aéreo, alimentação própria mais emergência, caso haja desgaste das baterias com carregamento solar proprio, autônoma. 

otaciliobr@gmail.com

sábado, 2 de abril de 2011

RUIDO EM ELETRÔNICA

Chamamos de ruido, em eletrônica, tudo aquilo que é perturbador, usando a mesma analogia do ruido comum, que também perturba os seres vivos. Quando existe uma rede elétrica esta, com seus cabos energizados e cheios de pontas agudas, formam um atrativo à descarga atmosférica, um perfeito para raios. Agora imagine que a rede que usamos em casa de 110 ou 220 Volts saiu de uma outra rede de 13.800 Volts!, (a chamada alta tensão), ocorre que a descarga atmosférica foge do controle e descarrega centenas de milhares de volts em cima de nossa já alta tensão, daí temos um pico de energia em cima de tudo aquilo que foi extraído do 13.800 V, muitoas vezes superior a tensão nominal da rede, digamos que em 110 VAC houve um “disparo” de cerca de 10.000 Volts, que por ter a duração de alguns milisegundos, não foi por nós percebida, mas torrou o fax, o motor da geladeira, a TV de plasma e tudo o mais que estava ligado a rede, inclusive o computador que agora estamos usando para ler esta mensagem.

Por esta razão aconselha-se as pessoas que tiverem amor a vida não operarem computadores LIGADOS À REDE, no momento em que houver incidência de raios, se você for atingido, poderá também ser torrado. É bom evitar.

Mas pode-se aumentar a proteção dentro de casa e evitar a queima de aparelhos elétricos importantes? SIM! Felizmente isto é possível, eu mesmo j[a provei isto no laboratório químico da Basf Quimica da Bahia, ao instalar um cromatógrafo na bancada central do laboratório, quando um raio caiu na rede, todos os para raios externos partiram, caiu a rede mas todos os instrumentos não conectados à bancada central foram protegidos, pois EU havia instalado um VARISTOR na rede. Quanto orgulho! Foi como deixar um extintor de incendio disponível e, quando o incêndio surgiu foi debelado a tempo.

Claro que nem tudo são flores... O cliente me chamou para reclamar que o instrumento que instalei foi o único a queimar naquela bancada, kkkkkk. ELE FOI O PROTETOR DE TODOS!, mas acontece que quando um varistor (MOV) recebe a tensão acima de sua ruptura ele rompe, entrando em curto, na maioria das vezes em menos de 9 nanosegundos!... Como ele está conectado em paralelo com a rede elétrica o curto faz com que o disjuntor de proteção contra CURTO CIRCUITO desarme. Assim funciona a proteção contra descargas atmosféricas e sobretensão na alimentação de casa, na industria, etc.

Por que então não usamos SEMPRE este mecanismo em todos os equipamentos fabricados?

1- O equipamento ficaria protegido e nunca queimaria

2- Custa uns centavos a mais colocar mais uma peça no sistema

3- Desconhecimento – Você certamente não sabia disso...

O elemento MOV (metal oxide varistor, pode ser também oxido de zinco), pode ser comprado em qualquer loja de eletrônica, até mesmo no Brasil. Se sua rede for 110 instale um de 150 VAC, se for de 220 instale um de 250 VAC, em paralelo com a rede elétrica de sua residencia, se for bi-fase instale um em cada fase. Assim seus equipamentos e você estarão mais protegidos, mas mesmo assim procure afastar-de de equipamentos ligados na rede elétrica durante tempestades magnéticas. Esperamos que você possa também se gabar de ter protegido sua casa depois do acontecido.

Especificação: Varistor para corrente alternada de 150 ou 250 Volts, pode ser conhecido como SKT ou BK - 150 ou 250, se perguntarem qual a corrente ou Wattagem use o minimo que tiver.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

LAMPADA LED

As lampadas de LED, muito econômicas, (consegue-se o mesmo efeito de uma lâmpada de 250 W, a vapor de Sódio ou Mercúrio, (“metais pesados” contaminantes de alta grandeza, ao serem descartados na natureza), com LEDs de cerca de 40 W! Consumo muito menor), além da natureza agradecer a conta de energia vai cair drasticamente, caso você as use. Claro que custam mais caro, alguém já viu um vinho, um carro, uma refeição ou alguma outra coisa muito BOM e BARATO? Utopia...

As sacolas de supermercado já estão, felizmente, com os dias contados, terão que ser substituídas por outras, que possam ser descartadas na natureza e ou outras que não sejam descartáveis, o mesmo deverá acontecer com as lâmpadas comuns e fluorescentes. Tem dúvida? Procure saber sobre a proibição da fabricação de TRCs, (tubos de raios catódicos), já aconteceu!

Levando em conta este fato decidi juntar minhas forças físicas e financeiras, a fim de trazer para o Brasil alguns componentes eletrônicos capazes de melhorar a vida de muita gente, alguns incrédulos outros ignorantes, mas todos sem a confiança necessária para dar o primeiro passo à frente e COMPRAR a sua primeira Lâmpada LED. Depois desta compra a sua vida nunca mais será a mesma! Você certamente irá comprar outras para substituir até mesmo aquelas que ainda não queimaram na sua casa, desde que haja uma boa orientação, pois a LED lamp não é exatamente igual à lâmpada normal em absolutamente nada:

Vantagens:

  • 5 vezes mais econômica, não desperdiça energia em forma de calor

  • não atrai insetos, pelo fato de não emitir UV e Infra vermelhos

  • Não agride a vista

  • Não aquece

  • Pode e deve ter o foco dirigido à área de trabalho

  • Cada LED é alimentado com 3 Volts, portanto facilmente alimentado por baterias de 12 V, como o consumo é, geralmente muito baixo, pode-se usar este artificio com no-break, alimentando-se cada conjunto de 3 LEDs com 12 Volts.

  • Pelo fato de poder ser alimentada pela bateria, que pode ser recarregada por uma celula fotovoltaica, pode ser facilmente instalada mesmo em localidades distantes e sem energia elétrica.

Desvantagens:

- Preço elevado

E ai vai continuar resistindo? Você já cedeu quando deixou a moto desbancar a bicicleta.

Costumo levar em conta alguns fatores, a fim de não causar danos a saude financeira de meus clientes, com algumas sugestões:

  • Escolher para trocar uma lâmpada que geralmente fica acesa a maior parte do tempo, (dorme acesa, cozinha escura, etc.),

  • NUNCA na varanda externa, se for de fácil acesso para ser roubada, especialmente se for no Brasil.

  • Escolher a capacidade adequada a cada função, iluminação da cozinha 25 a 40 W, balcão da cozinha 10 - 20 W.

Leve em consideração também que já existem lampadas (TUBOLED), que substituem as fluorescentes normais com as vantagens do LED, a fim de substituir as fluorescentes normais, observem que as LED não usam reator e podem, geralmente ser ligadas em 110 ou 220 VAC, sem problema, desde que preparadas para tal, pois os LEDs são todos para 3 Volts DC, (corrente contínua).


sexta-feira, 4 de março de 2011

LED


As afamadas lâmpadas incandescentes podem ser consideradas como coisa do passado, vai entretanto levar algum tempo para que deixem de ser usadas e vendidas em prateleiras de supermercados e lojas de material elétrico, deverão aparecer primeiro nas construções mais modernas, onde cada apartamento passará a ter uma instalação especial para este tipo de iluminação.

Por que razão devemos ainda esperar para poder economizar uma vez que estas novas lâmpadas representam uma economia de cerca de 1/5 a 1/3 do consumo atual em lâmpadas em toda uma cidade? Muito simples: o preço! Cada lâmpada comum de 60 Watts custa em média R$5,00 enquanto que o preço de uma equivalente de LED custará, hoje em torno de R$30,00. Portanto ainda não é econômico substituir as lâmpadas de casa pelas modernas de LED. Minha sugestão é a de substituir gradativamente a iluminação de casa, a partir das lâmpadas que ficam acesas mais tempo, as da cozinha por exemplo e corredores, neste caso muitas vezes torna- se mais interessante adicionar um interruptor detector de presença para acender as lâmpadas quando alguem estiver presente no ambiente do que a substituição da lâmpada em si. As da cozinha entretanto costumam ser mais usadas por longo tempo, sendo que neste caso será necessário iluminar diretamente em cima do fogão da bancada de trabalho, esquecendo um pouco a iluminação de teto, tão comum nos dias atuais.

Acontece que a iluminação a LED tem suas vantagens: Além do baixo consumo não costumam atrair insetos, pois não emitem radiação ultravioleta, abaixo de 300 nm (nanometros), assim sendo são mais saudáveis. Radiação ultravioleta sempre é indesejável a nossa vista, por ser nociva. A falta de mosquitos também torna-se uma vantagem para nossa saúde e para a limpeza dos lustres, pois mosquitos mortos sempre sujam os protetores das lâmpadas.

Façam as contas antes de substituir as luminárias de sua residência, pois assim como as válvulas levaram um tempo grande para desaparecer do mercado as lampadas comuns também terão ainda seu período de glória.

quinta-feira, 3 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

LUMINÁRIAS


As luminarias podem ser escolhidas de acordo com a necessidade de cada cliente, alguns preferem iluminar seu ambiente com lampadas amareladas, outros com as brancas ou azuis. Esta escolha não altera muito o projeto original e depende do que o cliente pretende iluminar. Supermercados por exemplo preferem empregar luminárias mais baratas, quando na aquisição, porém mais caras quando em uso, porém as lampadas devem obedecer a padrões especiais, lâmpadas de supermercado são, geralmente vermelhas, nas carnes, nas verduras instala-se as verdes e assim cada luminária passa a ter um papel mais importante na escolha do cliente, ao realçar as cores dos produtos.

Cada lâmpada forte acesa representa uma quantia muito grande na conta ao final de um mês, se entretanto forem substituídas por LED´s todos ganham: a Natureza, com menor desgaste, menos lixo, o gerador, que passa a trabalhar menos com menor consumo, poluindo muito menos. Cada lâmpada antiga de 100 W teve seu custo de acendimento reduzido desde que foi possivel empregar uma de 60 W, com vidro leitoso, proporcionando assim mesma luminosidade como menor custo de acendimento. Quando acendemos LED´s, ainda que de alta potência, com a finalidade de substituir uma lâmpada dicroica, de 55 W, por exemplo podemos gastar apenas 3 W de energia! Assim cada vez gastamos menos obtendo mais, porém o uso deste novo produto requer um estudo mais preciso dos locais onde instalar cada luminária.

Como se pode observar a economia é muito grande e cada lampada passa a ser um objeto caro, em comparação com as anteriores. Sempre recomendo aos meus clientes substituir as lâmpadas paulatinamente, nunca proceder a troca de todo o sistema de uma só vez, pois as LED´s precisam ser bem localizadas, a fim de focar os objetos a serem observados, o que não era necessário, no caso das antigas fluorescentes, que iluminavam tudo ao redor, lâmpadas LED focam concentradamente uma determinada área, além de serem muito mais caras quando da aquisição. Cada lâmpada LED custa em torno de R$ 30,00 a R$ 100,00 cada, em comparação com os R$5,00 das comuns ou fluorescentes, portanto trata-se de um investimento muito mais alto, porém cuja substituição quase nunca é feita, em comparação com as 3.000 horas das comuns as 50.000 horas das LED´s justificam plenamente seu custo.

BATERIAS

Desde há muitos anos conhecemos as pilhas, comuns de lanterna, depois as alcalinas, um pouco mais potentes, mais tarde as recarregáveis, e hoje em dia se utilizam baterias confeccionadas de material quimicamente pesado, capaz de manter a carga por mais tempo e em uma quantidade maior do que as pilhas de chumbo de antigamente.

Temos as baterias de chumbo ácido ou de gel, alcalinas e com uma capacidade de armazenamento maior, além do tempo de recarga menor e a possibilidade de esvaziá-la mais do que as anteriores, sem danificá-las.

Quando falamos em baterias ou pilhas estamos falando de uma forma de armazenar energia, a fim de gastá-la em momento mais adequado, quando não houver sol, vento ou agua disponível para mover as pás de geração de energia.

Cada bateria deve ser escolhida de acordo com a necessidade de armazenamento de energia, pois de nada adiantaria colocar uma bateria de 150 AH, para alimentar algum equipamento que gasta apenas 100 mAH. Devemos proceder a escolha mais próxima do nosso consumo, que possa manter o sistema a ser alimentado funcionando sem interrupção até que seja restabelecida a condição de carga da bateria.

Uma vez escolhida a bateria e a capacidade, devemos proceder a escolha do gerador de carga desta bateria: o ideal seria ser fornecida a bateria cerca de 10% de carga do valor nominal da bateria. Uma bateria de 150 AH por exemplo, requer uma fonte capaz de fornecer 15 AH, para a recarga, sob pena de não poder recarregar a bateria abaixo deste valor.

Convém consultar um profissional da área, (elétrica ou eletrônica ou energia limpa), pois o calculo é simples porém existem muitas variáveis a serem escolhidas, cujo teor não cabe neste Blog, um bom exemplo seria escolher uma bateria de maior ou menos tempo de descarga, além da possibilidade de esvaziamento total, (deep cycle) ou comum.


GERADORES EÓLICOS


É sabido que o vento, assim como a água caindo de uma cachoeira possui força, esta força se devidamente tratada pode gerar FEM(Força Eletro Motriz), energia elétrica, que, se armazenada em baterias pode, em momentos mais adequados ser usada mesmo na ausência do sol e do vento.

O sistema empregado para geração de energia através do vento e da agua é quase sempre o mesmo, transformamos a passagem do vento ou do fluido em hélices adequadas ou turbinas, no giro de eixos que acionam imãs permanentes ao redor de bobinas que geram a FEM, (energia elétrica que precisamos), em muito parecido com o sistema empregado nos veículos automotivos. A grande diferença que devemos notar é que a luz solar produz energia suficiente para acender lâmpadas, cerca de 100 W o gerador eólico 3000 W a água cerca de 10 KW, dependendo da quantidade de energia cinética contida na correnteza de agua vinda do rio ou da cascata, velocidade do vento ou da energia solar, radiação no local.

Devemos atentar antes de optar pela escolha do sistema a ser adotado, por saber quanto de energia queremos dispor quando o sistema estiver instalado e em pleno funcionamento. Vamos somente acender lampadas de LED, que gastam pouca energia, (cerca de 3W cada) ou assistir uma TV de 20 “, o que requer cerca de 150 W, para seu funcionamento. O gerador fotovoltaico somente pode gerar energia durante cerca de 5 horas do dia, (enquanto o sol estiver alto, entre 10:00 e 15 horas). O gerador eólico so gera energia enquanto estiver ventando, já o gerador fossil gera energia quanto estiver gastando combustível.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

GERADORES FOTOVOLTAICOS

O sol é uma fonte de energia, que banha nosso planeta, dependendo da região, por cerca, de 10 horas por dia. Durante este período, que chamamos de período de insolação, recarregamos as baterias desgastadas durante a noite. A geração de energia deve-se a uma reação química possível entre placas de material semicondutor, (células fotovoltaicas), que ao receberem a luz solar geram energia suficiente para recarregar uma bateria.

Existem células solares de 45 a 90 W e, até mais, que podem ser ligadas em serie ou paralelo, visando aumentar a tensão ou corrente fornecidas a depender da necessidade do consumidor.

Deve-se ter em mente que baterias podem ser também ligadas da mesma forma, a fim de fornecer energia suficiente para nossas necessidade, porém ao serem recarregadas precisam ser excitadas com pelo menos 10 % de sua carga nominal, caso contrário não serão devidamente recarregadas, assim uma bateria de 150 AH necessita de cerca de 15 AH para ser recarregada e, células solares não fornecem habitualmente estas correntes com facilidade. 15 A x 12 V = 180 W, para conseguir esta corrente seriam necessárias 4 celulas de 90 W, pois as células somente recebem luz solar por cerca de 10 horas ao dia e durante a noite o sistema deve estar pronto para a descarga da bateria até sua capacidade (30 a 70 % de sua carga nominal), a depender do fabricante. A bateria armazena a corrente fornecida pela celula solar durante o periodo de insolação e por outras 10 horas precisa ser descarregada, até o limite. Se por acaso chover 3 dias seguidos o sistema deve estar pronto para aguardar novo dia de insolação, a fim de recarregar a bateria totalmente antes da próxima descarga, portanto todo o sistema deve ser calculado levando-se em conta esta necessidade.

Para maiores correntes sugerimos os geradores eólicos, que possuem a capacidade de gerar mais energia do qeu sistemas fotovoltaicos, que além da restrição da geração de baixa corrente, tem o grave inconveniente de ser totalmente substituído a cada 25 anos, sem direito a reparo, (descartável). O gerador eólico pode ser mantido funcionando eternamente, enquanto seus componentes puderem ser recuperados.

Procure orientação adequada antes de inovar. Nem todos os produtos novos podem ser aplicados em todas as atividades do mesmo jeito dos antigos.