LÂMPADAS DESDE 1879 - 2011
As lâmpadas sofreram desde sua invenção algumas poucas modificações, mas nunca tão grandes como as atuais, nunca antes haviam deixado de ter filamento, ainda que para partida na ionização do gas. O LED revolucionou esta parte.
Normalmente este tipo de lâmpada requer um curto circuito para funcionar, de consumo bastante elevado, ela emite luz a partir do super-aquecimento do filamento, sendo muito similar à primeira lâmpada inventada por Thomas Edison e Swam, há mais de 130 anos, (1879), com a intenção de substituir a lamparina. Inicialmente o filamento era de fio de carvão, depois substituído por fio de tungstênio, mais resistente e finalmente injetando gás de argônio em seu interior, a fim de aumentar a vida útil da lâmpada. Ainda assim seu custo benefício é muito baixo. O pior que se conhece. Se você ainda usa esta lâmpada troque-a por outro tipo mais econômica. Consumo: elevado, rendimento: 15 - 20 lux/Watt, custo baixo, durabilidade: 3 anos.
Estas foram um avanço tanto na quantidade de energia emitida por watt, para a época, (1901), Cooper Hewith, e também Nicola Tesla, quanto pela quantidade de luz emitida. Esta lâmpada possui dois filamentos, um em cada ponta, a fim de aquecer inicialmente o gás em seu interior, que ao ser ionizado emite luz, este tipo de lâmpada é a mais econômica que existiu deste a sua invenção até a invenção do LED como fonte de luz. O maior gasto de energia desta lâmpada é para ionizar o gás, contido em seu interior, que ao ter seus átomos excitados emite fótons. Consumo: elevado, para os dias atuais, rendimento: 40 lux/Watt, custo baixo, durabilidade: 5 anos.
LED CHIP:
Desde a invenção do LED, (1950, J.W. Allen e B.E. Gibbone), houveram muitas modificações em seu uso e estrutura.
Este é nos dias atuais o modo mais econômico de se iluminar um ambiente. Consegue-se muito mais luz (fótons emitidos) por watt gasto do que em qualquer outro meio conhecido e publicado até 2011. Devemos porém ter em mente que algumas modificações devem ser esperadas no emprego dos LED´s como meio de iluminação. Consumo: muito baixo, rendimento: >100 lux/Watt, custo elevado, durabilidade: 30 anos,(estimada), o que torna a manutenção muito convidativa.
Sabemos que a luz na verdade é o resultado da emissão de fótons, proveniente de uma reação química, de onde um átomo quando excitado emite este elemento. Seu uso no momento ainda está sendo estudado e a expectativa de vida útil anunciada foi projetada em estufas envelhecedoras, pois o invento ainda não tem a idade anunciada como vida útil. Existem fabricantes como a Osram, que anuncia a seus distribuidores que a garantia da luminária é igual a vida útil esperada pelo equipamento.
As afirmativas a partir de agora são de minha autoria, baseado nos estudos realizados e na experiência anterior de instalações com LED. Cheguei a me atrever a fabricar algumas luminárias a partir de Chips adquiridos no mercado internacional.
Como vemos a luminária foi construída a partir de modelo em madeira, protegida contra corrosão, a fim de ser empregada em embarcações, usando como fonte de energia uma lâmpada MR-16, dicróica, fabricada com LED´s e capaz de produzir cerca de 100 lux a 1 metro de distância, com um consumo de 4,8 Watts. (12 VDC x 0,40 Amp.), tal energia luminosa somente seria possível com cerca de 100 Watts há menos de cinco anos. Esta economia possibilitou o uso da geração de energia solar e eólica, para uso domiciliar e industrial. Hoje é possível iluminar uma casa no meio do deserto, usando um sistema que custa cerca de R$20.000,00.
BIBLIOGRAFIA:



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